quarta-feira, 3 de julho de 2013

Experiência internacional: Ciência Sem Fronteiras

Yan Cleiton Bergozza (Agronomia/Erechim)

A partir de Julho, estudantes da UFFS que estão inscritos e aprovados no Programa Ciência Sem Fronteiras estarão viajando rumo a outros países para iniciarem efetivamente o intercâmbio com outras instituições. De acordo com o site (Clique aqui), o “Ciência sem Fronteiras é um programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional”.

Logo do Programa Ciência Sem Fronteiras.


Através do link (clique aqui) é possível ler os relatos de alguns estudantes dos cinco campi da UFFS sobre as prováveis experiências internacionais que cada um terá, e suas expectativas.

Da UFFS-Erechim, Leonardo Chechi, estudante do curso de Agronomia, foi um dos selecionados pelo Programa e estará exercendo as atividades da bolsa na Universidade Estadual de Illinóis nos Estados Unidos da América. Em entrevista ao Comunica, ele comentou sobre sua expectativa e também sobre os momentos de indecisão. Segundo ele, ainda não é possível mensurar o impacto desse intercâmbio na sua formação profissional, mas ele já reconhece como positivos o fato de obter mais conhecimento, aprender outra língua, conhecer e conviver com pessoas de culturas diferentes, entre outros.

Sem sombra de dúvidas, experiências como essa são de extrema importância. Os alunos que quiserem participar desse Programa devem ficar atentos aos prazos de inscrição e as normas do Programa. Todo semestre, novas vagas são oportunizadas para comunidade estudantil da UFFS.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Forma de ingresso na UFFS e a Lei de cotas


Yan Cleiton Bergozza (Agronomia/Erechim)

A forma de ingresso acadêmico à Universidade Federal da Fronteira Sul tem, nos últimos anos, se destacado em nível nacional. Objetivando o desenvolvimento meso-regional, a instituição teve uma forma de implantação diferenciada das demais instituições federais do Brasil e conseguiu – através do “fator escola pública” juntamente com a nota do ENEM – atrair mais de 90% de estudantes oriundos de escola pública. Além do diferencial seletivo da instituição, alguns cursos de graduação também surgem de forma alternativa, ou seja, têm ênfases que foram demandas regionais defendidas pelos movimentos sociais da região Sul do Brasil (Ex.: Agronomia – ênfase em agroecologia; Engenharia Ambiental e Energias Renováveis).

Com a nova Lei de cotas, sancionada em agosto de 2012 (Lei nº 12.711), – que garante 50% das vagas de Instituições Federais para sujeitos advindos de escola pública e, também, regulamenta um percentual das vagas para pretos, pardos e indígenas – a UFFS, no último processo seletivo (2013), incluiu à sua política de ações afirmativas a forma de ingresso através das cotas raciais. A partir da nova Lei, a UFFS transcende a exigência de 50% das vagas para alunos oriundos do ensino público e oferece o número de vagas por curso proporcionalmente à porcentagem de alunos matriculados no ensino médio na rede de ensino público. Ou seja, a divisão das vagas em cada estado – PR, SC, RS - será diferente. Dessa forma, 86% das vagas da UFFS-SC serão destinadas a alunos oriundos de escolas públicas; na UFFS-RS, as vagas correspondem a 89% e na UFFS-PR, 87% das vagas são para alunos da rede pública.

Érica Fraga produziu um texto para o Jornal Folha de São Paulo, problematizando a nova lei de cotas (Lei nº 12.711-2012). A referência utilizada para o texto foi um estudo realizado pelos pesquisadores Fábio Waltenberg e Márcia de Carvalho da Universidade Federal Fluminense, com base em dados de 2008 do Exame Nacional de Estudantes. Com o estudo, constatou-se que alunos cotistas têm desempenho inferior (9,3% menor) entre os universitários e, de acordo com o texto, para Waltemberg “com a ampliação da política de cotas (que atingirão 50% das vagas das federais até 2016), é possível que o hiato entre as notas se amplie”.

A UFFS não está incluída na pesquisa, e ainda não formou nenhuma turma, por isso, não há elementos avaliativos de desempenho para formular críticas concretas sobre o método de inclusão adotado por esta instituição. Mas ainda assim, apesar das pesquisas indicarem inferioridade de desempenho de alunos cotistas no Brasil, o fato de uma instituição federal ser frequentada por mais de 90% de alunos advindos de escolas públicas consolida a importância dessa forma de inclusão.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Curso de Geografia da UFFS-Erechim é reconhecido pelo MEC

Jéssica Amroginski (Engenharia Ambiental/Erechim)


A regulamentação dos cursos de graduação é feita pelo Ministério da Educação (MEC), para isso, são realizadas avaliações conduzidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Em universidades federais, os procedimentos regulatórios dos cursos de graduação (presencial) incluem o reconhecimento de curso e a renovação de reconhecimento, que são as condições obrigatórias para a validação dos diplomas. Esse processo de reconhecimento é feito quando o curso atinge entre 50% e 75% de integralização da sua carga horária.

Na UFFS-campus Erechim, o curso de Licenciatura em Geografia foi o primeiro a ser regulamentado pelo Ministério da Educação. Parte dessa avaliação ocorreu entre os dias 19 e 22 de maio de 2013 quando uma comissão veio à Universidade para avaliar critérios exigidos pelo MEC. Para ser regulamentado, os seguintes critérios são observados: organização didático pedagógica, corpo docente e tutorial e infraestrutura.

Para a Professora Coordenadora do Curso, Juçara Spinelli, o reconhecimento do Curso de Geografia “[...] representa o resultado de um esforço conjunto para oferecer aos alunos excelência no ensino superior. Ao curso foi atribuída nota 4, em uma escala de 0 a 5. O resultado do reconhecimento do curso expressa que o Ministério da Educação (MEC) avaliou, sob critérios legais, que a Instituição atende as normas exigidas, que o Curso está plenamente apto à formação na área e que o egresso possui todas as prerrogativas para uma formação de qualidade. Portanto, ao concluírem seus estudos, os alunos terão o diploma validado pelo MEC.”

sexta-feira, 7 de junho de 2013

III Encontro Regional de Agroecologia – Sul em Erechim

Yan Cleiton Bergozza (Agronomia/Erechim)


O último “feriadão” - dias 30 e 31 de maio e 1 e 2 de junho - de diversos acadêmicos de universidades federais do Sul do Brasil, foi destinado a participação no III Encontro Regional de Agroecologia – Sul (III ERA-Sul), ocorrido no Colégio Agrícola Estadual Emílio Grando em Erechim.

O evento, organizado por universitários da UFFS que fazem parte da Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), uniu estudantes de diversos cursos da UFFS, justificando o caráter interdisciplinar do evento. O encontro contou com aproximadamente 250 estudantes advindos das Instituições de Ensino: Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC; Universidade Federal do Paraná - UFPR, Campus Curitiba e Litoral; Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS; Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, Campus Erechim, Cerro Largo e Laranjeiras do Sul; Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, Campus Santa Maria e Frederico Westphalen e Universidade Federal de Pelotas – UFPEL. Além disso, também participaram agricultores, profissionais técnicos e professores.

No primeiro dia (30 de maio), aconteceu a abertura oficial do evento. E, posteriormente, iniciou-se o Painel Principal 1, Agroecologia: contraponto ao modelo atual, cujo objetivo foi contrapor a Agroecologia ao modelo convencional predominante de agricultura, bem como debater sobre os desafios da assistência técnica e extensão rural para modelos de agricultura baseados na Agroecologia.

O Painel Principal 2, no dia seguinte (31 de maio) pela manhã, teve como foco o diálogo sobre Juventude Rural. Neste, foram propostas soluções para a permanência do jovem no campo e foram discutidas questões sobre as políticas públicas de desenvolvimento rural e de que forma os incentivos contribuem - efetivamente - para a sucessão familiar. À tarde foi destinada para oficinas e vivências: Produção de morangos orgânicos; Agrofloresta com laranjeiras; Aquecedor solar comercial; Cromatografia; Agricultura biodinâmica e bioconstrução e Produção Agroecológica Integrada e Sustentável.

O terceiro dia de Encontro - sábado (1 de junho) - “acordou” mais agitado. No início da manhã, os participantes foram destinados para o centro de Erechim com o objetivo de realizar um diálogo com a sociedade – mesmo com o tempo chuvoso. O diálogo ocorreu na Feira Ecológica do bairro São Cristovão, na feira da Cooperativa Nossa Terra. Depois disso, os encontristas realizaram um manifesto (veja algumas fotos abaixo) em frente ao Mc Donald’s em defesa da Soberania Alimentar e também em crítica às propagandas enganosas realizadas pelas empresas “Fast Food” em geral. Já no período da tarde, aconteceram três mesas redondas tratando dos temas: Experiências de cooperativas e de agricultores; Diálogo com o Movimento das Mulheres Camponesas; Histórico da Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB).

 
Manifestação em defesa da Soberania Alimentar. (Foto: arquivo pessoal)




Finalizando o III ERA-Sul, o quarto dia (2 de junho) foi destinado para o Painel Principal 3: Universidade Popular, que foi ministrado pelo vice reitor da UFFS, Antônio Inácio Andrioli e pelo membro da Coordenação Nacional da FEAB – gestão 2012/2013 Cruz das Almas, Bahia -, Jefferson Duarte Brandão.
 
Painel III. Antônio I. Na mesa, da esquerda para a direita: Andreoli e Jefferson Brandão. (Foto: arquivo pessoal)

Parafraseando um post antigo (Clique aqui para ver o texto) que informava que o III ERA-Sul seria sediado em Erechim, conclui-se: “Encontros como esses, de estudantes, justificam que a formação profissional dos acadêmicos não acontece somente através de aulas, dentro na universidade. ‘Se iremos trabalhar com, e para a sociedade, nada melhor do que estudar e agir junto com.”

Como mensagem final do encontro, entendendo que como estudantes temos muito o que apreender, mas também muito a construir socialmente: "Jovens, não criem barreiras, apenas quebrem as que já existem na sociedade". (Micael M. Dutra, acadêmico de Agronomia da UFFS/Erechim).

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Analisando a estrutura física da UFFS Erechim

Por Yan Cleiton Bergozza (Agronomia/Erechim)

Sabe-se que a Universidade Federal da Fronteira Sul teve uma criação “improvisada” (aluguel e empréstimo de estrutura), mas com intuito de atender às demandas sociais regionais e de oferecer ensino público e de qualidade para os ingressantes. É importante fazer essa referência ao processo de construção da nossa universidade para que não haja ambiguidades em torno do assunto e para evitar que por ventura venham apontar críticas para uma “direção torta”.

O fato é que se passaram mais de três anos, desde que o projeto de lei de sua criação foi sancionado (15-09-2009), e os espaços físicos da Universidade continuam sendo os provisórios. Em Erechim, atualmente, os acadêmicos da UFFS contam com três locais distintos para frequentar as aulas – não acontece com todas as turmas, mas algumas chegam a frequentar os três locais durante a semana -, ressaltando que a biblioteca e o Xerox estão localizados na unidade provisória, no Seminário Nossa Senhora de Fátima, gerando maiores dificuldades na rotina estudantil de quem tem aulas nos diferentes locais.

Em uma discussão sobre o tema “Universidade Popular”, no III Encontro Regional de Agroecologia, o vice-reitor da UFFS Antônio Inácio Andrioli comentou o fato de que a universidade previa estar em funcionamento nos campi definitivos ainda em 2012. Apesar do atraso, Andrioli disse avaliar as obras de forma positiva ao compará-la com a suposta maioria de obras públicas que sofrem um processo mais longo de finalização. Adicionado a isso, ele ressaltou a alta qualidade dos espaços físicos que estão em construção.

Dialogando com alguns estudantes de diversos cursos, obteve-se concordância em quase todos os aspectos. Para incorporar elementos ao texto, o acadêmico Micael M. Dutra, do curso de Agronomia, contribuiu para o debate com uma análise sobre a construção da Universidade Federal da Fronteira Sul:

A Universidade Federal da Fronteira Sul implantada em Erechim para atender às demandas da Região do Alto Uruguai, passa por um processo de implantação, desde 2010, de suas estruturas definitivas que se encontram em fase de construção. Foram disponibilizados oito cursos, sendo três diurnos e cinco noturnos, e o uso das estruturas do Seminário Nossa Senhora de Fátima nos anos iniciais da Universidade garantiram, além de estrutura, a localização apta a receber alunos com a maior brevidade possível ainda em 2009. Decorridos três anos após o início das atividades de aula, ingressaram na UFFS-Erechim aproximadamente 1.200 estudantes, e o fato é que se criou certo comodismo entre os acadêmicos em reivindicar a remoção para o campus definitivo. O que agrava a necessidade de uma pressão por parte do movimento estudantil e mesmo por outros setores da UFFS é que neste sétimo semestre estão acontecendo aulas em três espaços diferentes – Escola Érico Veríssimo, Escola José Bonifácio, e Seminário – o que tem dificultado a vida dos estudantes da UFFS, quanto ao deslocamento, quanto à assessoria da UFFS e outros seguimentos que não foram preparados e não estão nestes espaços para auxiliar os estudantes. E, além disso, a comunidade da UFFS entra em um processo de comodismo, devido algumas facilidades que temos em morar no centro urbano, mascarando a preocupação a respeito da data para a mudança para o campus definitivo bem como debater estruturas para o mesmo.

Como se percebe, essa opinião estudantil expressa críticas à universidade pela falta de espaços definitivos, bem como uma clara autocrítica relatando a falta de reivindicações.

A universidade – âmbito estrutural, didático e de conhecimento - é construída justamente a partir dos debates que são gerados entre os estudantes e entre os outros diversos setores universitários. Portanto, tendo clareza da importância da existência da UFFS para além da vida acadêmica e para a região do Alto Uruguai Rio Grandense, reafirma-se a necessidade de discutir os temas relativos à estrutura atual universitária focando o progresso das construções e a qualidade de ensino que é composta por muitos elementos – não somente “sala de aula, professor e aluno”.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Luta contra à homofobia

Jéssica Vargas (Letras/Chapecó)
O cartaz de divulgação do evento.

Aconteceu, na tarde do dia 21 de maio, o evento “Luta contra à homofobia”, na Universidade Federal da Fronteira Sul, em Chapecó. O evento foi promovido pelo Coletivo de docentes, estudantes e técnicos na luta contra a violência. Esta iniciativa da UFFS contou, também, com a presença de alunos das escolas públicas que participam do PIBID, projeto da Universidade de iniciação à docência. Houve a exibição do filme ''Minha vida em Cor de Rosa'', seguida de debate sobre o filme e o preconceito contra os homossexuais.
O acadêmico Daniel Santos, da 6° fase de Geografia, esteve presente no evento, e afirma que esta iniciativa da UFFS é muito importante, pois há necessidade de criar estes espaços de diálogo e discussão sobe os direitos desta comunidade: ''É um pontapé inicial, a gente espera que esse projeto aumente, e possa chegar em outros espaços na comunidade externa'', afrma Daniel Santos.
O filme ''Minha Vida em Cor de Rosa'' conta a história de uma criança que pensa ser uma menina presa em um corpo de menino. Segundo o estudante de Geografia, a escolha do filme foi coerente, pois consegue discutir muitos pontos importantes, como a questão da aceitação e de como a sociedade lida com isso. ''O filme é de 1997, mas a gente começa a perceber que esta é uma realidade presente, uma realidade cotidiana'', relembra o acadêmico.
O debate abordou teorias do ponto de vista histórico, cientifico, do senso comum e a necessidade de conscientização da homofobia. Para Daniel Santos, a conscientização da homofobia, deve começar pela educação: ''Todos os problemas sociais que nós temos, de alguma forma remete à educação. As escolas não sabem ainda incluir o homossexual... Quando a professora se depara com aquela criança, não sabe como incluir, como lidar com aquilo''.
Questões sobre como incluir o homossexual, evitar constrangimentos, agressões e bullyng contra os que não seguem o padrão social estabelecido, ainda estão ausentes do sistema educacional e da formação de professores. No plano político, o Ministério da Educação elaborou um projeto para distribuir material sobre os preconceitos contra opções sexuais, mas o projeto foi abortado, porque houve muita polêmica e recusa do público escolar. 
Daniel Santos sintetiza assim as discussões do encontro: ''Esta comunidade não está nem lutando por direitos, direito é uma coisa que vai demorar pra ser alcançada, esta parcela social está lutando por respeito, respeito ao próximo nas suas diferenças''.
Chega de fome Universitária!

Jéssica Vargas (Letras/Chapecó)

Muitos estudantes têm pouco tempo para almoçar ou fazer um lanche, em consequência de trabalhar todo o dia e ainda estudar pela noite. Pensando nisso, selecionei algumas receitas práticas para fazer no almoço, um doce para os dias de prova e uma bebida pós prova!

Para fazer no almoço:

Macarrão alho e óleo


















Ingredientes:
-250 grs. de espaguete;
-3 colheres de sopa de azeite;
-5 dentes de alho amassados;
-Sal a gosto.

Modo de preparo:
1 - Cozinhe o macarrão. 10 minutos em água fervente, com um fio de óleo, uma pitada de sal e uma gota de vinagre.
2- Em outra panela refogue o alho, com o azeite e o sal, mexa bem para não queimar.
3- Coloque a mistura sobre o macarrão. Misture bem e sirva a seguir.



Refogado de ervilha, ovos e queijo














Ingredientes:
- 1 colher de sopa de óleo;
- 50 g de bacon, cortado em cubos;
- 1 cebola picada;
- 2 tomates picados, sem pele e sem sementes;
- 300 g de ervilhas frescas;
- Sal e pimenta a gosto;
- 2 colheres de sopa de salsa picada;
- 4 ovos;
-100 g de mozzarella ralada.

Modo de preparo:
Em uma frigideira grande, aqueça o óleo e frite o bacon. Junte a cebola, o tomate e refogue até a cebola murchar e o tomate começar a desmanchar. Junte as ervilhas, tempere com o sal e a pimenta. Por cima, quebre os ovos e cubra com a mozzarella ralada. Tampe a frigideira e, no fogo brando, deixe cozinhar até os ovos ficarem no ponto desejado. Polvilhe a salsa e sirva.


Para os estressantes dias de prova:
Beijinho











Ingredientes:
- 2 latas de leite condensado;
- 2 colheres de sopa de manteiga;
- 300 g de coco fresco, ralado fino;
-Açúcar cristal;
-Cravos-da-índia.

Modo de preparo:
1-Numa panela, misture 2 latas de leite condensado, 2 colheres de sopa de manteiga e 300 g de coco fresco ralado fino, leve ao fogo, deixe apurar por mais ou menos 15 minutos.
2. Retire do fogo e deixe esfriar.
3. Faça bolinhas, passe pelo açúcar cristal ou coco ralado e finalize com cravos-da-índia.


O mais importante, para o pós prova:
Quentão

















Ingredientes:
1 1/2 xícaras de açúcar;
1 1/2 xícaras de água;
1/4 de xícara de gengibre em fatias finas;
1 limão em rodelas (opcional);
3 cravos da índia;
2 pedaços pequenos de canela em pau;

Modo de preparo:
1-Caramelizar o açúcar.
2-Juntar os outros ingredientes, mexer até dissolver o açúcar.
3- Ferver em fogo baixo por 3 minutos.
4-Coar em uma peneira, espere um pouco e sirva.

Bom apetite!

Fontes:
http://cybercook.terra.com.br/macarrao-alho-e-oleo-r-5-3886.html
http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/receitas/receita-de-refogado-pratico-ervilha-ovos-queijo-612323.shtml?origem=anamaria-receitas
http://br.recepedia.com/pais/receita/beijinho-de-panela
http://www.mixologynews.com.br/2012/975/
Agroecologia em foco: VI Seminário Estadual de Agroecologia – Pinhalzinho/SC

Yan Cleiton Bergozza (Agronomia/Erechim)

Aproximadamente 80 estudantes de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Erechim, participaram do 6º Seminário Estadual de Agroecologia (SEA), realizado no parque da EFACIP, em Pinhalzinho/SC, nos dias 23 e 24 de maio de 2013. O público participante era principalmente formado de agricultores, estudantes, técnicos e professores. Segundo a coordenação do evento, 2500 pessoas passaram pelo local nos dois dias, sendo que no primeiro dia as inscrições ultrapassaram o número de 1700, superando as expectativas.

Imagem: abertura do evento/ Fonte: arquivo pessoal

A programação contou com palestras, mesas-redondas e oficinas. Após a abertura oficial do VI SEA, o diretor técnico, Gervásio Paulus (Emater – RS), ministrou uma palestra intitulada de Agroecologia e os Desafios para Assistência Técnica e Extensão Rural, expondo os eixos principais da discussão e questionando a formação e a capacidade dos profissionais que estão trabalhando com assistência técnica aos produtores rurais, bem como o papel da ciência na agroecologia.

Houve duas mesas-redondas. A primeira, Agroecologia e Soberania Alimentar: Ameaças dos Transgênicos e Agrotóxicos, foi coordenada pelo professor Antônio Inácio Andrioli (Universidade Federal da Fronteira Sul) e contou com Leonardo Melgarejo (Representante do MDA na Comissão Nacional Técnica de Biossegurança), com o Professor Rubens Nodari (Universidade Federal de Santa Catarina), e com Eduardo Amaral Borges (Conselho Nacional de Segurança Alimentar – Consea); a segunda, Desafios da Certificação Orgânica e Agroecológica, teve como coordenador Natal João Magnanti do Centro Vianei e como participantes Eduardo Amaral do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Laercio Meireles da Rede Ecovida de Agroecologia/Centro Ecológico – RS.

O segundo dia de seminário ofereceu aos participantes a oportunidade de conhecer algumas práticas e conhecimentos que fazem parte do enfoque agroecológico, através de oficinas sobre: Plantas Medicinais; Agroecologia e Juventude; Sementes crioulas; Manejo de Água e Solo; Certificação Participativa; Reaproveitamento de alimentos; Agroecologia e Comercialização; Horticultura/ fruticultura; Produção de leite a base de pasto; Bioconstrução.

Além da feira, das discussões, das palestras e das oficinas que aconteceram no VI Seminário Estadual de Agroecologia, o público contou com apresentações musicais de Pedro Pinheiro durante os dois dias. Na quinta à noite, os cantores Pedro Munhoz e Cícero do Crato fizeram uma bela apresentação musical/poética. Para finalizar a noite cultural, apresentou-se o grupo Chama Nativa.

Para os estudantes de um curso com enfoque na Agroecologia – e não somente deste curso específico -, é de extrema importância ultrapassar os limites existentes na academia, para buscar uma complementação na formação profissional, tendo em vista a importância do contato com a realidade social em que estamos inseridos - para além da universidade.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Dia de pedalar e fotografar


Cleide Trapp (Letras - Chapecó)

Na tarde do dia 1º de maio, foi realizado em Chapecó o Dia do Pedal. Os participantes se concentraram na Praça Cel. Ernesto Bertaso e percorreram as principais ruas. A iniciativa foi do SESC (Serviço Social do Comércio), para estimular nas pessoas para a prática de atividades físicas e inserir no cotidiano da cidade esse meio de transporte, saudável e ambientalmente correto, a bicicleta.

Juntamente com o passeio ciclístico foi realizada uma maratona fotográfica, na qual poderiam participar todos os que tivessem interesse em registrar o Dia do Pedal. Essas fotos passaram por uma seleção e estão expostas em espaços da UFFS, campus de Chapecó, desde a última semana.

Não deixem de conferir, pois esse é mais um incentivo para usarmos o nosso espaço acadêmico com criatividade, apoiando projetos que contribuem com a nossa formação de estudantes e cidadãos. Pois estamos inseridos em um ambiente que reforça e necessita de todas as manifestações artísticas e culturais.

Os participantes do Dia do Pedal passam pela Unidade Bom Pastor, da UFFS - Chapecó.

Campus Erechim na  12 ª Semana Municipal do Meio Ambiente

Jéssica Amroginski (Engenharia Ambiental - Erechim)

A Secretaria de Meio Ambiente de Erechim promoverá, entre os dias 02 e 07 de junho a 12ª Semana Municipal do Meio Ambiente, cujo tema será “Erechim, todos pelo meio ambiente”. Mais uma vez, a UFFS está colaborando na organização do evento e também na realização das oficinas e palestras. 



A abertura do evento acontecerá às 14h30min, na Praça Jayme Lago, com uma apresentação artística. Na segunda-feira, dia 03, iniciam-se as atividades do X Fórum Regional do Meio Ambiente, com uma palestra do Coordenador do Curso de Engenharia Ambiental, professor Roberto Valmir da Silva. O Fórum encerra as atividades na quarta-feira, 04 de junho. 

Nos demais dias da semana serão realizadas muitas atividades na UFFS. As inscrições estão abertas até o dia 29 de maio e podem ser realizadas através do site da Universidade (www.uffs.edu.br). Segue abaixo a lista completa de palestras que acontecerão na UFFS: